Índice Geral

 

1.     Introdução.. 2

2.     Verificando as tendências do mercado.. 2

2.1       Usando o Indicador Gráfico MACD e seus Passos. 3

2.2       Usando o Indicador IAMF. 4

2.3       Usando a Planilha Tendências. 5

2.4       Da Sensibilidade destes Indicadores. 5

2.5       O Boletim do Tempo na Bovespa. 6

3.     Definindo uma Estratégia Operacional.. 6

3.1       Operando via Nossas Recomendações. 7

3.2       Operando via “Nossas Sugestões”. 9

3.2.1     O Ciclo da Alpha. 9

3.2.1.1      O primeiro movimento. 10

3.2.1.2      O segundo movimento. 11

3.2.1.3      O terceiro movimento. 11

3.2.2     As Famílias do Ciclo da Alpha. 12

3.2.3     As ações que compõem cada família. 13

3.2.3.1      Classificação primária. 13

3.2.3.2      Destaques e Alvos. 13

3.2.3.3      Na mira da Alpha. 14

3.2.4     Estratégia: Escolhendo uma família. 14

3.2.5     O Painel de Instrumentos de Análise. 15

3.2.5.1      Canal dos Preços de Curto Prazo. 16

3.2.5.2      Canal dos Preços de Longo Prazo. 17

3.2.5.3      Instrumentos de Checagem e Escolha. 17

3.2.5.4      Colunas Volumétricas. 18

3.2.5.5      Instrumentos de Posição. 18

3.2.6     Analisando uma Ação (Lendo os Instrumentos) 19

3.3       Operando via “Ações nos Extremos”. 21

3.3.1     Quebrando Resistências. 21

3.3.2     As mais descontadas. 21

4      Confirmações das indicações ou a prova dos nove.. 21

4.1       Verificando os Gráficos MACD.. 21

4.2       Verificando os Fundamentos. 22

4.2.1     Evolução do Patrimônio Líquido da empresa; 22

4.2.2     Lucratividade das Empresas. 22

5      Definindo os Parâmetro de Venda.. 23

6      Registrando os Parâmetros do Negócio.. 23

 


1.       Introdução

Utilizar os instrumentos do Sistema Alpha Fintec é mais fácil do que parece à primeira vista. Em tudo esse processo se assemelha a aprender a navegar na Internet usando um instrumento adequado, no caso um navegador, que pode ser o Netscape, o Internet Explorer ou similar. Não é difícil aprender a navegar e usar os instrumentos do navegador, o problema é ganhar a experiência para poder tirar o maior proveito possível das informações disponibilizadas na rede.

No caso do Sistema da Alpha Fintec, a dificuldade maior não vai ser o aprendizado dos conceitos e o manejo dos instrumentos que compõe o Sistema, mas sim ganhar experiência e “feeling” para então poder tirar o maior proveito do mercado de renda variável.

Como em qualquer outra atividade comercial o mercado de ações também vai exigir de seus participantes um “Know how” específico. O site da Alpha Fintec contém todas as instruções necessárias para transferência deste “Know how” aos seus assinantes. Para obter este conjunto de informações basta clicar na tecla “Instruções” do nosso menu principal.

 

Recomendamos no entanto, que usando nossa técnica, os principiantes pratiquem inicialmente no mercado virtual antes de entrar no mercado real, fazendo exercícios diários em simulados existentes na Internet, como por exemplo o disponibilizado pela Folha de São Paulo: http://emacao.folha.uol.com.br

 

Seguindo as regras estabelecidas nas instruções da Alpha, simulem compras e vendas até que se sintam fortes o suficiente para enfrentar os mares da renda variável. Isto propiciará ganhar algo que ninguém vai poder passar a vocês: a sensibilidade!

2.       Verificando as tendências do mercado

Antes de partir para uma compra, é fundamental observar as condições do mercado, ou seja, as suas tendências e verificar se elas recomendam a entrada no momento escolhido ou se devemos aguardar um cenário mais atraente.

São três os instrumentos existentes no site da Alpha para verificar as condições gerais do mercado: Gráficos MACD, Planilha Tendências, e o Indicador IAMF este último obtido a partir dos dados dos contratos em aberto na BM&F. Todo este instrumental é acessado através da opção Indicadores de Mercado, no menu principal.

2.1      Usando o Indicador Gráfico MACD e seus Passos

Siga a Trilha>> Menu principal > Indicadores de Mercado > Usando o MACD

Surgirão 4 pequenos gráficos, todos relativos ao IBOVESPA, e que servirão para definir as tendências de Curtíssimo e Curto Prazo do mercado.

Na parte superior, estarão os Gráficos do Indicador MACD, apresentados na forma de um par, o da esquerda relativo aos volumes negociados e o da direita aos preços. Na parte inferior, os Gráficos dos Passos (do MACD), também na forma de um par e com as mesmas características, ou seja, um para volumes e outro para cotações.

A leitura destes gráficos é bastante simples e está baseada na Lei da Oferta e Procura quando aplicada ao mercado de ações. Para entender o significado desta aplicação da Lei e

conseqüentemente dos gráficos, sugerimos que clique na frase: As quatro fases de um movimento de alta, em cor verde, localizada no topo da página destes gráficos, veja na figura anterior.

Para saber se o mercado está sob PROCURA, basta verificar se está havendo crescimento dos volumes e dos preços, alternativamente do número de pontos, se for o caso do IBOVESPA.

A definição do cenário é iniciada pelo par de Gráficos dos Passos, pois estes são mais sensíveis e, portanto, darão o primeiro sinal de alteração de tendência. Verifica-se então se a hipótese da existência de uma PROCURA está ou não ocorrendo.

Ser atendida significa ter a linha azul dos gráficos crescendo em sentido ascendente e preferencialmente acima da linha vermelha, também denominada linha de aviso Notar que a região abaixo desta linha vermelha é considerada de Venda e a de cima, Compra.

Se esta condição estiver sendo atendida no par dos Gráficos dos Passos, confirma-se a existência de PROCURA no curtíssimo prazo. Neste caso podemos afirmar que o mercado está se movimentando no sentido correto e com tendência de ALTA perfeitamente caracterizada no curtíssimo o prazo.

Repetindo esta verificação para o par de gráficos superior, do MACD, determinaremos se está ou não ocorrendo PROCURA no curto prazo de maneira análoga à realizada anteriormente. Se a condição estiver sendo atendida, podemos concluir que o mercado está se movimentando no sentido correto e com tendência de ALTA perfeitamente caracterizada no curto prazo.

            Para verificar as tendências no médio prazo (30 a 50 dias) ou no longo (200 dias) basta clicar na segunda opção: Menu principal > Indicadores de Mercado > Tendências e ler as informações contidas na planilha ou ver os gráficos correspondentes, que são acessados diretamente clicando sobre o nome da ação na planilha. Nestes gráficos a Tendência principal é dada pela reta na cor verde. A linha de aviso, na cor vermelha, aponta a direção futura que a reta verde tomará diante do que está ocorrendo no cenário econômico.

 

 

2.2      Usando o Indicador IAMF

Menu principal > Indicadores de Mercado > BM&F

O IAMF (Índice de apostas no Mercado Futuro) mede o comportamento dos Bancos e Corretoras nos mercados futuros da BM&F. Para identificar uma tendência do mercado devemos fazer a leitura de uma série deste indicador. Se ela for crescente a leitura é de que está ocorrendo uma melhora no humor dos agentes envolvidos, isto é, eles estão ficando otimistas. Melhor ainda se for crescente e positiva, pois neste caso, além da melhora de humor, o sinal positivo indica que as apostas na ponta de compra sobrepujam as da ponta de venda sinalizando forte demanda. Se a série for decrescente temos uma piora uma piora de humor, ou seja, os investidores, no caso banco e corretoras, estão ficando pessimistas.

Se tivermos uma série crescente podemos afirmar que existe uma tendência de alta, Se os valores estiverem oscilando significa que o mercado está “andando de lado” sem tendência definida e, se tivermos uma série decrescente, temos uma tendência de baixa.

 

2.3      Usando a Planilha Tendências

Menu principal > Indicadores de Mercado > Tendências

Estas planilhas mostrarão as tendências de curto e curtíssimo prazo, e também as de médio e longo prazos. Estas tendências poderão ser visualizadas da seguinte forma:

 

> Clicando sobre o código alfa da ação, se tem as tendências de curtíssimo e curto prazo. Para maiores detalhes sobre a leitura dos gráficos que definem estas tendências (Gráficos MACD) sugerimos ler a explicação contida em As quatro fases de um movimento de alta ou ainda pelo link existente no topo da página do próprio gráfico.

> Clicando sobre o nome da ação, se verifica as tendências de médio e longo prazo observando a tendência da reta de cor verde, que foi obtida estatisticamente por Regressão Linear. A curva vermelha, também obtida estatisticamente, é denominada “Linha de Aviso”, pois, devido à sua maior sensibilidade, antecipa as variações das tendências, ou em outras palavras, faz um prognóstico da tendência futura.

Para verificar a tendência geral do Mercado basta ler a primeira linha, relativa ao IBOVESPA e os gráficos correspondentes como anteriormente explicado.

Vale lembrar ainda que a formação ideal é termos as quatro tendências em ALTA.

A Segunda melhor formação é dada pela existência de ALTA no Médio e Longo Prazo, mas de BAIXA no Curtíssimo e/ou Curto Prazo. Isto significa realização de lucros no Curto e/ou Curtíssimo Prazo com manutenção das tendências de ALTA no Médio e Longo Prazo.

Em terceiro lugar podemos constatar tendências de ALTA, no Curtíssimo e Curto prazos e também de ALTA no início do Médio (30 dias), mas de BAIXA no final do Médio (50 dias) e no Longo. Isto significa tendências em formação no curtíssimo e curto prazos, ainda não confirmadas no longo.

 

2.4      Da Sensibilidade destes Indicadores

O Indicador IAMF é extremamente sensível para indicações de curtíssimo prazo.

Os Gráficos dos Passos dos MACD são extremamente sensíveis para uso no curtíssimo prazo e os Gráficos do MACD para o curto prazo.

A Planilha Tendências é extremamente sensível para o curtíssimo prazo, mas define de maneira antecipada as tendências de Médio Prazo (30 a 50 dias) e de Longo Prazo, (acima de 100 dias) em relação às tendências dos respectivos gráficos.

2.5      O Boletim do Tempo na Bovespa

Na página principal do site apresentamos diariamente nossa leitura destes instrumentos na forma de um Boletim de Tempo. Cenários bons são representados por dias de sol; cenários pesados, por nuvens escuras, com direito a chuvas e trovoadas em momentos mais traumáticos. Cenários voláteis e indefinidos, por sol e chuva.

3.       Definindo uma Estratégia Operacional

Na atual versão o usuário pode escolher as boas oportunidades que o mercado oferece clicando em uma das seguintes opções do menu principal: “Nossas Recomendações”, “Nossas Sugestões” e por último em “Ações nos extremos”.

Se o usuário pretender pesquisar ações cujos preços já se avizinham dos valores médios ou estão abaixo dele e próximos ao o valor da coluna denominada Suporte, ele poderá entrar via “Nossas Recomendações”. As planilhas disponibilizadas sob este título se caracterizam por apresentar uma interface de uso mais leve, visto que elas foram desenhadas com este propósito,  conseqüentemente ele não verá as razões das indicações, exceto no que diz respeito às tendências.

Se o usuário pretender pesquisar ações cujos preços já se avizinham dos valores médios ou estão abaixo dele e próximos ao o valor da coluna denominada Suporte, mas quiser saber o porquê das indicações, ele deverá entrar via “Nossas Sugestões” e aí lhe serão apresentadas planilhas completas, com todos os dados que justificam as indicações, conseqüentemente mais pesadas e de leitura menos amigável.

Finalmente temos, em “Ações nos extremos”, duas planilhas. A primeira indica ações que estão “Quebrando resistências”, ou seja, como o próprio nome diz e ao contrário das duas alternativas anteriores, vai apresentar ações cujos preços estão acima da média e próximos ao seu nível de resistência de curto prazo, a segunda “As mais descontadas (baratas)” indica ações cujos preços estão recuados no longo prazo e se avizinhando do nível de suporte do curto prazo. Desde já recomendamos que o uso destas opções só deve ser feito após um ganho inicial de experiência por parte dos usuários.


3.1      Operando via Nossas Recomendações

Menu Principal > Nossas Recomendações > (Abrirá a cascata):

 

>> Melhores do dia - contem ações com bons preços, boas tendências e demais características técnicas. As ações desta planilha foram especialmente selecionadas para o pregão seguinte ao da data indicada e nela não se distingue as que fecharam em alta das que fecharam em baixa.

>> As que estão acumulando - deriva da anterior, mas nesta só apresentamos ações que fecharam negativas, ou seja, estão caminhando em busca de um novo Suporte;

>> As que estão em alta - também deriva das “Melhores do Dia” mas nesta só apresentamos ações com fechamento positivo e que estão caminhando rumo ao Target.

 

Apresentamos a seguir o layout de qualquer uma destas planilhas:

 

 

O uso destas planilhas é bastante simples. Parte-se do princípio de que o ideal é comprar uma ação, a ser escolhida entre as indicadas, por um valor igual ou menor do que o expresso na coluna Ponto de Compra, ou seja, com seu preço o mais perto possível do valor indicado na coluna Suporte.

 

No instante da compra deverá ser dada uma ordem de venda, para as ações adquiridas, pelo valor indicado na coluna Ponto de Venda1 que é o valor da Resistência de Curto Prazo ou, correndo um risco pré-calculado e estatisticamente admissível, pelo valor indicado na coluna Ponto de venda2 também conhecido por Target de Curto Prazo

 

A margem de ganho, considerando a compra no valor indicado por Ponto de compra, está registrada na antepenúltima ou penúltima coluna desta planilha, que representam respectivamente o ganho em relação ao Ponto de Venda1 (Resistência) e o ganho em relação ao Ponto de venda2 (Target), valores que poderão ser atingidos pela ação no curto prazo, caso a tendência venha a ser confirmada.

 

Alternativamente, se os valores de venda no curto prazo, forem menores do que os valores projetados nas colunas Resistência e Target de longo prazo (200 dias), e as tendências de curtíssimo, curto, médio e longo prazos estiverem com viés de alta, então podemos considerar estes valores como sendo Ponto de Venda 3 e Ponto de Venda 4.

 

A coluna Stop, de Stop Loss, ou seja “Parar de Perder”, indica um valor que deverá ser respeitado caso a previsão de tendência não se realizar. Este valor deve ser entendido como um sinal de alarme. Ele indicará a necessidade de redobrar atenção e, a depender do que está acontecendo, poderá ser recomendável realizar uma venda a insistir na manutenção da ação na carteira.

 

Para escolher entre as indicadas sugerimos verificar os Gráficos de Volumes x Preços ou Gráficos MACD, e dar preferência para as ações que demonstrarem com maior clareza, que já está ocorrendo um processo de Demanda ou Procura sobre a ação no curtíssimo e curto prazos.

 

Por “Demanda” deve-se entender Preços e Volumes em alta isto é com a trajetória das suas curvas azuis ascendentes e acima da Linha de Aviso, preferencialmente descrevendo uma trajetória parabólica situação mais segura para efetivar uma compra.

 

Se as linhas azuis dos gráficos volumétricos de curtíssimo e curto prazo estiverem ascendentes e as de preços ainda em queda, a ação estará na fase de ACUMULAÇÃO, isto é, preços em queda e já próximos ao Suporte e muita gente se antecipando às compras, aumentando a demanda pela a ação. Pode-se comprar nesta situação, mas corre-se um risco maior.

 

Finalizando recomendamos consultar na página da Alpha Fintec, antes de qualquer operação, o “Boletim do Tempo na Bovespa” que vai dar uma indicação para o cenário do próximo pregão. As compras deverão ser feitas preferencialmente em cenários de bom tempo.

 

Somente após terem sido assimilados os conceitos técnicos e o domínio do uso de nossos instrumentos é que recomendamos o uso mais amplo de nossas Sugestões e a manutenção ou compra de ações com valores acima dos indicados.

 


3.2      Operando via “Nossas Sugestões”

Clicando em Menu Principal > Nossas Sugestões o usuário acessará, através das câmeras de TV e outros links contidos na figura do Ciclo da Alpha, uma série de planilhas que definirão nossas sugestões.

Estas planilhas, além de mostrar os gráficos de tendências, mostram também os instrumentos que foram utilizados pelo sistema para definir aquilo que foi sugerido, isto é, em “Nossas Sugestões” demonstramos o porquê das nossas escolhas.

 

3.2.1      O Ciclo da Alpha

Mesmo antes da criação do site da Alpha Fintec, já estudávamos o movimento dos preços de uma ação e foi devido a isto que criamos uma animação, que denominamos CICLO DA ALPHA, cuja finalidade é ilustrar nossas observações. Seu entendimento é fundamental para compreensão de nosso método de trabalho.

Observe a figura do CICLO e identifique todos seus elementos, inclusive os textos dos “flags amarelos” (que só são visíveis ao se passar o mouse sobre os textos da figura).

> O elemento principal do Ciclo da Alpha é uma grande elipse que forma o “Circuito Externo”. Esta elipse é composta por segmentos de cor verde, verde escuro, vermelho, laranja e amarelo.

> As cores: verde e verde escuro indicam que as ações que estão percorrendo estes trechos (Comprar e Manter) tiveram fechamento positivo no último pregão. As cores: vermelho, laranja e amarela, que representam respectivamente as planilhas Vender, Observar e Acompanhar, nesta ordem, contém ações que fecharam em queda.

> No centro desta elipse temos um Farol que simboliza a Média Móvel de Longo Prazo (MMLP), ponto de equilíbrio das oscilações.

> Tangenciando o Farol, em tracejado, estão os “Circuitos Internos”, na verdade desvios, que encurtam o caminho a ser percorrido pelas bolinhas. Notar que parte destes circuitos estão sob cores que indicam fechamento em queda e parte sob cores que indicam alta.

 > As ações estão simbolizadas por bolinhas que percorrem os circuitos. Pelo circuito interno, à esquerda do farol, correm bolinhas com um cifrão $ ; pelo outro, à direita do farol, correm bolinhas com três cifrões $$$. Pelo externo seguem bolinhas que contem, no seu centro, dois cifrões $$.

> As câmeras de TV, na cor preta, ou os links respectivos servirão para visualizar as ações que estão percorrendo cada um dos segmentos do circuito

 

Mas o que tudo isto significa?

Se estivermos conectados à internet e acessarmos a figura do “Ciclo da Alpha”, vamos perceber que, as ações (bolinhas) executam três diferentes tipos de movimento, a depender de seus fundamentos.

 

3.2.1.1  O primeiro movimento

É aquele realizado por ações mal fundamentadas, ou seja, com resultados negativos em seus balanços. Estas ações são representadas por bolinhas com um cifrão ($). Elas oscilam entre os valores definidos como suporte e resistência, que podem ser visualizados no canal de preços de curto prazo, de qualquer uma das planilhas que forem acessadas com um clique na câmara de TV (vide planilhas), mas raramente atingem seus targets (alvos). Em outras palavras, podemos afirmar que seus preços crescem em direção ao Target ou ao Farol (média móvel de longo prazo), mas por falta de energia para rompê-la, ou seja, de bons fundamentos, retrocedem em direção ao suporte.


3.2.1.2  O segundo movimento

É realizado pelas ações que estão saindo de uma situação negativa nos balanços, isto é, passam a apresentar sinais de recuperação nos seus resultados. No Ciclo Da Alpha estas ações estão representadas por bolinhas com dois cifrões ($$). A cada volta no circuito seus preços vão crescendo e forçando o rompimento da Média Móvel de Longo Prazo, isto é, acabam ultrapassando seu valor, isto é, superam o Farol. Em decorrência disto elas tem mais facilidade de atingir os Targets de curto prazo , podendo inclusive superá-los partindo então para o rompimento da MMLP.

 

3.2.1.3  O terceiro movimento

É realizado pelas ações que apresentam bons fundamentos, com tendências de alta no médio e longo prazo e valores acima da MMLP. Estas ações estão representadas no Ciclo por bolinhas contendo três cifrões ($$$). Elas realizam um movimento oscilatório, sobem até atingir o valor máximo do Target, de curto ou longo prazo, e depois recuam até as proximidades da Média Móvel de Longo prazo (Farol) e voltam a subir buscando um novo Target, maior que o anterior. Estas ações, enquanto mantiverem seus bons fundamentos, raramente cairão abaixo da MMLP, exceto em momentos de alta tensão nos mercados.

 

As ações com triplo cifrão ($$$) são o objeto maior de nosso interesse, quer pelos seus bons fundamentos quer pelas suas tendências e portanto as mais recomendadas para constar na carteira. O segundo grupo mais importante é constituído pelas ações com ($$) e o último com um ($).

3.2.2      As Famílias do Ciclo da Alpha

As Sugestões de Compra, Manutenção e Venda do SISTEMA ALPHA FINTEC, são disponibilizadas por famílias a saber: “Classificação Primária”; “Destaques e Alvos”; e “Na Mira da Alpha”

 

Entre cada família existem filtros que vão separando as ações de acordo com critérios pré-estabelecidos conforme ilustramos a seguir:

 

Apenas para exemplificar podemos dizer que existe uma bateria de filtros entre “ALVOS” e “NA MIRA DA ALPHA”, cujo trabalho é separar e descartar do conjunto “ALVOS”, as ações que não se apresentarem com bons fundamentos. Assim em “ALVOS” ficam as ações que atendem exclusivamente a critérios de análise técnica e em “Na Mira da Alpha” aquelas que atendem, além dos critérios técnicos, a critérios fundamentalistas.

A escolha de uma destas famílias definirá uma estratégia de atuação. Cada família apresenta 5 planilhas contendo: O que Comprar; O que Manter; O que Vender; o que Observar e finalmente o que Acompanhar.

Notar que, em Comprar e Manter, as ações fecharam em alta, ou seja, estão caminhando dentro do canal dos preços no sentido dos Targets. Nas demais planilhas as ações fecharam em baixa e portanto os preços estão caminhando no sentido dos suportes.


3.2.3      As ações que compõem cada família

3.2.3.1  Classificação Primária

Classificação Primária

 

Em CLASSIFICAÇÃO PRIMÁRIA estão disponibilizadas ações com liquidez e que, no encerramento do último pregão, trafegavam ao longo dos diversos segmentos formadores do CICLO. Por exemplo, ao clicarmos na câmera de TV relativa ao segmento verde escuro (MANTER), será aberta uma planilha mostrando todas as ações deste segmento que tenham boa presença e bons volumes. Contudo as tendências destas ações ainda não foram estudadas e portanto, não devemos escolher e comprar ações nesta família. Ela é meramente classificatória, toma por base o fechamento e o nível das cotações em relação à Média Móvel de Longo Prazo. Existe apenas para efeito de consulta e dela derivam as demais planilhas

3.2.3.2  Destaques e Alvos

Destaques e alvos

 

Na família dos DESTAQUES ativamos o primeiro Zoom das câmeras de TV e com isso elas só vão mostrar ações abaixo dos seus valores de resistência, tanto do curto (15 pregões) como do longo prazo.(200 pregões). As demais ações serão filtradas e descartadas. Podemos portanto, fazer uma escolha em uma das 5 planilhas desta família mas ainda com ressalvas, visto que as tendências ainda não foram examinadas.

Na família ALVOS ativamos o segundo Zoom das câmeras de TV, que vai fechar o campo de visão, mostrando apenas aquelas que estiverem ao redor ou abaixo dos valores médios de curto prazo e com tendências de alta no curtíssimo, curto, médio e/ou longo prazos.

 

Com isto o Sistema Alpha Fintec conclui a parte técnica da análise, ou seja, as ações indicadas estão com preços vantajosos e obedecendo a Lei da Oferta e Procura. Isto permite escolher ações para serem compradas em qualquer uma das planilhas desta família.

NOTA: A figura do Ciclo da Alpha é única para as famílias, Destaques e Alvos.

3.2.3.3  Na mira da Alpha

Na Mira da Alpha

 

Na família NA MIRA DA ALPHA introduzimos, além de conceitos de análise técnica, outros de ordem fundamentalista. As indicações contidas em qualquer uma das 5 planilhas desta família são, em tese, mais seguras.

Para todos efeitos, aqueles que quiserem operar apenas sobre uma plataforma técnica, como os grafistas, deverão fazer suas escolhas entre as planilhas da família Alvos. Os que preferirem escolher ações mais bem fundamentadas e tecnicamente aconselhadas deverão buscá-las na família NA MIRA DA ALPHA.

3.2.4      Estratégia: Escolhendo uma família

Estrategicamente falando, devemos operar preferencialmente usando a família Alvos (exclusivamente Análise Técnica) ou Na Mira da Alpha (Análise Técnica e Fundamentalista) como base de nossas operações.

Como já vimos, as ações mais interessantes são as com $$$ e elas tem um movimento bastante típico: caminham pelo circuito interno localizado à direita do Farol, oscilando entre a Média Móvel de Longo Prazo, que neste caso funciona como um “Suporte”, e o target de longo prazo. Depois de baterem um recorde de alta elas retrocedem até as proximidades desta média (Farol), a partir do qual voltam a subir buscando um novo Target, maior que o anterior.

Retornando à figura do CICLO verificamos que podemos interceptar o movimento destas ações com $$$ clicando em dois pontos, que estão indicados por uma câmera de TV seguido do texto “COMPRE FIRME”. O primeiro, no Circuito Interno, junto ao Farol, o segundo no Circuito Externo, em Manter.

Clicando na câmera de TV, do primeiro ponto (junto ao farol), será aberta uma planilha contendo ações com triplo cifrão $$$ e com os preços ainda em queda, mas já bastante próximos do suporte, portanto um átimo antes da reversão, que ocorrerá quando a bolinha penetrar na zona de cor verde.

Clicando na câmera de TV, do segundo ponto, será aberta uma planilha contendo ações triplo cifrões ($$$), mas cujos preços já estavam em alta, ou seja, neste segundo ponto fica perdido o salto inicial do rally, isto é, perde-se parte da corrida para buscar o Target.

Dentro das planilhas as ações estão em ordem decrescente da margem de lucro calculada considerando a compra no preço vigente e a venda no valor de resistência. Esta margem está expressa em %. Assim, no topo estão as mais próximas dos suportes, portanto mais baratas. Em baixo as mais próximas das resistências, portanto mais caras.

As ações no topo da planilha oferecem menor risco por terem um longo percurso pela frente antes de chegar ao target, isto é, propiciarão maiores possibilidades de lucros (maior spread). Ações no final da planilha podem estar próximas às Resistências ou Targets, o risco em comprá-las é maior, mas o prêmio pela aquisição também cresce se assumirmos este risco.

Nota: As planilhas pertencentes a Classificação primária e DESTAQUES estão em ordem alfabética.

3.2.5      O Painel de Instrumentos de Análise

O cabeçalho de qualquer planilha, que nos é apresentada quando clicamos sobre uma câmera de TV, é na prática um PAINEL DE INSTRUMENTOS.

Nosso painel principal contém 32 colunas sendo: uma com os nomes das ações de dados, 4 com os Códigos Alfa das Ações na Bovespa e as demais 25 estão agrupadas em 5 conjuntos de instrumentos a saber:

 

3.2.5.1  Canal dos Preços de Curto Prazo

 

É o mais importante conjunto de informações do painel. Do lado esquerdo deste instrumento  temos uma coluna com os nomes das ações depois, em uma coluna de dados sob o título “Cotação Atual”, os preços de fechamento na data indicada. A seguir uma range das variações dos preços, estatisticamente estabelecida para o curto prazo contendo, em ordem de apresentação: o valor do Stop Loss; valor abaixo do qual a ação sai daquilo que estatisticamente é o intervalo de validade dos preços; o valor mínimo (ou de suporte) observado nos últimos 15 pregões, uma indicação de Ponto de Compra (comprar com valor igual ou menor ou igual ao indicado (<=); o valor médio nos últimos 15 pregões; o valor máximo (ou resistência) também nos últimos 15 pregões, e finalmente o valor Target, que é ou objetivo de curto prazo. Com isto podemos “mentalizar” a posição do preço corrente dentro do canal, isto é, verificar se ele está abaixo ou acima da média, se está mais próximo do Suporte ou se aproximando da Resistência. Lembre-se, comprar bem e barato é o que interessa.

No centro do canal, sobre a palavra Média, uma flecha indica o sentido do movimento dos preços dentro do canal, isto é, se eles estão caminhando no sentido do Target ou caindo em direção ao Stop.

À direita do canal, temos uma coluna com a Média Móvel de Longo Prazo (MMLP), com isto podemos saber se estamos caminhando no CICLO da ALPHA, acima ou abaixo desta média.

 


3.2.5.2  Canal dos Preços de Longo Prazo

É o segundo mais importante conjunto de dados do painel. De certa forma pode-se dizer que é uma extensão do canal de curto prazo. Ele mostra a variação dos preços a partir de uma série histórica de longo prazo (200 dias) e apresenta 3 colunas: a primeira contempla a média dos valores de longo prazo; a segunda o valor máximo nos últimos 200 dias (resistência); e a terceira o target ou objetivo de longo prazo.

Este canal vai permitir checar se no momento de uma compra os preços efetivamente  recuaram do Target para as proximidades da Média Móvel de Longo Prazo (Farol), mas também para avaliar a posição preço de compra em relação ao topo dos últimos 200 pregões. Se os preços estiverem nos pontos máximos dos últimos 200 pregões, deveremos ser extremamente cuidadosos, particularmente com as tendências dos volumes (MACD volumétricos).

 

3.2.5.3  Instrumentos de Checagem e Escolha

 

Estes Instrumentos servem para verificar e consolidar as informações dos Canais dos Preços e ajudam a fazer uma escolha entre o que foi sugerido ou recomendado. É composto por 7 colunas: A primeira apresenta a Correlação Estatística da ação em relação à variação do Ibovespa (melhores leituras são com valores acima de 0,70). A segunda o indicador fundamentalista P/L (Preço/Lucro) para o qual recomendamos valores abaixo de 5 . A terceira o peso da ação no índice Bovespa (=Zero para as que não pertencem ao índice). A quarta, quinta e sexta referem-se ao indicador técnico IFR21, ou Índice de Força Relativa para 21 dias. A sétima disponibiliza o IFR9 Índice de Força Relativa calculado para um período de nove pregões. Para estes indicadores IFRs o ponto de compra é ao redor de 30, a partir de 70 deve-se redobrar a atenção.

3.2.5.4  Colunas Volumétricas

Este conjunto de instrumentos é formado por 5 colunas: Número de Negócios na data; Número Médio de Negócios nos últimos 30 pregões; Volumes Financeiros Médios; Indicador IFR calculado para os volumes físicos, isto é, quantidades de ações negociadas; e média deste indicador nos últimos 30 pregões. Os dados destas colunas verificam os volumes e os negócios realizados. Como toda a lógica do Sistema Alpha Fintec está baseada na lei da Oferta e Procura este conjunto de instrumentos é o terceiro mais importante dentro do Painel.

3.2.5.5  Instrumentos de Posição

Conforme o próprio nome indica estes instrumentos verificam a posição do preço em relação aos extremos do canal e também no longo prazo. O conjunto é formado por 4 colunas a primeira disponibiliza o Indicador Estocástico de Longo Prazo que vai medir em % o n´vel do preço corrente em relação ao máximo dos últimos 200 dias, a segunda e a terceira vão mostrar as margens disponíveis entre o preço corrente e o valor de resistência ou em relação ao valor do Target no curto prazo respectivamente e a última coluna vai mostrar, em %, se a ação fechou positiva ou negativa no encerramento do pregão.

 

3.2.6      Analisando uma Ação (Lendo os Instrumentos)

Analisar uma ação significa fazer a leitura de cada um dos instrumentos do painel para propiciar a escolha e a compra de uma ação a um bom preço. E isto é tudo o que é preciso fazer para ter sucesso no mercado acionário.

Para fazer esta análise usaremos os instrumentos de nosso painel. Assim, começando da esquerda e caminhando para a direita, teremos que fazer a leitura de cada uma das colunas do painel de instrumentos conforme a seguir explicado:

Nome da Empresa;

Cotação Atual: Mostra o preço da ação no encerramento do último pregão (ver a data indicada);

Stop Loss : É um sinal de alarme, ele define um valor que pode ser entendido, a depender de uma análise da situação geral do cenário, como uma saída emergencial. Abaixo do valor indicado estaremos fora do intervalo estatisticamente válido para os preços no curto prazo.

Suporte: Valor mínimo da ação observado no curto prazo. É um bom ponto de compra, desde que abaixo do valor definido na coluna à direita desta (Ponto de Compra);

Ponto de Compra: Apresenta um valor abaixo do qual já se pode considerar uma oferta de compra;

Média: Valor Médio dos preços no Curto Prazo;

Resistência: Valor máximo do preço da ação observado no Curto Prazo;

Target: Valor para o Objetivo de Venda de Curto Prazo;

Código Alfa;

Média: Valor médio dos preços no Longo Prazo (200 dias);

Resistência: Valor Máximo do preço da ação observado no Longo Prazo;

Target: Valor para o Objetivo de Venda no longo prazo;

Última Oferta de Compra;

Última Oferta de Venda;

Código Alfa;

Correlação Estatística de 100 pregões: Leituras acima de 0,70; indicam que o desempenho da ação é bastante correlacionado ao do Ibovespa, isto é, se o Ibovespa subir a ação vai segui-lo, se o índice cair, a ação também vai cair;

Indicador P/L ou Preco/Lucro: Quanto menor melhor, preferência para valores menores que 5;

Participação no IBOVESPA (%): Para carteiras passivas, isto é, que pretendam clonar o Ibovespa, escolher ações com valor de participação diferente de zero;

Suporte do IFR21: Define o nível de suporte deste indicador nos últimos 30 pregões;

IFR21 na data: Melhor leitura no momento de compra é com valor próximo ao suporte (coluna à sua esquerda) sendo ideal um valor ao redor de 0,30. Perigo com valor próximo ao da coluna à direita ou superior a 0,70

Resistência do IFR21: Define os valores de resistência deste indicador nos últimos 30 dias;

IFR9: Na compra melhor leitura é com valor ao redor de 0,30, perigo acima de 0,80;

Número de negócios na data: Melhor se for maior que o valor da coluna à sua direita;

Média do número de negócios: Média do número de negócios nos últimos 20 pregões;

Volumes financeiros ajustados: Define o volume médio diário (R$) nos últimos 30 pregões;

IFR21 das quantidades físicas de ações negociadas: Melhores leituras quando acima do valor da coluna à sua direita, ou ainda, superior a 50;

Média do IFR21 de quantidade física nos últimos 20 pregões;

Código da Ação;

Indicador Estocástico de longo prazo: Melhor leitura quando o indicador caiu abaixo de 0,90 e depois voltou a subir. Isto equivale dizer que com uma leitura de 90%, a ação recuou 10% em relação ao máximo observado, isto é, caiu em direção à sua média móvel de longo prazo, e se aproximou do Farol do Ciclo da Alpha;

Spread com Resistência: Indica em % o quanto poderemos ganhar se comprarmos no valor do fechamento no último pregão e vendermos no valor da resistência de curto prazo;

Spread com Target : Indica em % o quanto poderemos ganhar se comprarmos ao valor do fechamento no último pregão e vendermos no valor do target de curto prazo. Dar preferência a spreads maiores que 8%;

Percentual de Fechamento: Define em %, se ação fechou em alta ou em baixa;

3.3      Operando via “Ações nos Extremos”

O investidor mais experiente e com maior traquejo, também poderá fazer consultas através da tecla: Menu Principal > Ações nos extremos

Ao clicar nesta tecla o investidor poderá escolher entre uma das duas opções de planilhas que se abrem em cascata:

 

3.3.1   Quebrando Resistências

Mostrará ações que estão evoluindo acima do seu nível de Resistência. Estas ações estão rompendo suas resistências, portanto, em tese, já deveriam ter sido compradas quando seus preços não embutiam o risco atual. Os usuários só deverão fazer compras entre estas indicações se existir margem em relação aos valores de longo prazo. Os dados de longo prazo servem também para evitar uma venda precipitada, por parte daqueles que já a adquiriram no momento correto, e estão percebendo que o preço se avizinha do target de curto prazo. Neste momento deve-se examinar a o preço de resistência e o target de longo prazo, para verificar se há espaço para novas altas. Lembre-se: o momento de venda vai ser dado quando os gráficos dos volumes de curto e curtíssimo prazo indicarem queda da procura ou quando o preço apresentar uma primeira queda mostrando ou revelando incapacidade de continuar subindo.

3.3.2      As mais descontadas

Vai mostrar ações cujos preços caíram muito em relação aos parâmetros de longo prazo. Notar que nesta planilha as ações estão em ordem crescente do Indicador Estocástico de longo prazo. No topo as mais descontadas, isto é, com o estocástico bastante reduzido e portanto baratas. Em baixo, ações com este indicador próximo a 85, ou seja, com um desconto de 15% em relação ao máximo observado nos últimos 200 pregões

Notar que um valor baixo do estocástico pode ser um indicativo de que as coisas não vão indo muito bem para o setor econômico ao qual a ação está inserida, por esta razão é que recomendamos cautela aos principiantes no uso destas indicações, elas exigem experiência no mercado.

4        Confirmações das indicações ou a prova dos nove

4.1      Verificando os Gráficos MACD

Concluída a análise e feita a escolha de uma ação, o último passo, antes de realizar uma compra, é checar os gráficos de evolução dos preços e volumes da ação escolhida, no curtíssimo e curto prazos, ou Gráficos MACD, com procedimento idêntico ao descrito no subitem 2.1-Usando o Indicador Gráfico MACD e seus passos.

Para ver estes gráficos basta clicar, na própria planilha, no Código da Ação que está sendo analisada.

É fundamental fazer esta verificação para checar se as curvas de evolução dos preços e dos volumes estão se afastando da linha de aviso de maneira sensível. A melhor situação é quando elas se afastam em forma exponencial, isto é, formando uma parábola.

4.2      Verificando os Fundamentos

Antes de tomar uma decisão final, podemos reduzir nossa condição de risco fazendo algumas análises de ordem fundamentalista. Para isto sugerimos que sejam verificados dois dos principais indicadores fundamentalistas disponíveis no site a saber:

4.2.1      Evolução do Patrimônio Líquido da empresa;

 

4.2.2      Lucratividade das Empresas.

Estes indicadores são acessados pelo menu principal clicando em Informações Fundamentalistas, depois em “Evolução do Patrimônio Líquido” e a seguir em “Evolução do Patrimônio Líquido no Ano”. Depois em “Lucratividade das Empresas” e “Lucro por Trimestre”, na qual verificaremos o que está ocorrendo trimestralmente e sazonalmente com os lucros.

Deverá ser dada preferência às ações das empresas que estiverem apresentando tendências de evolução crescentes tanto para o Patrimônio Líquido quanto para o Lucro Líquido. As planilhas destes indicadores mostrarão a evolução destes parâmetros nos últimos 2 anos.


5        Definindo os Parâmetro de Venda

No ato da COMPRA deveremos definir também o valor da VENDA. O primeiro objetivo de VENDA vai ocorrer no final da primeira volta no “Ciclo da Alpha”, quando o preço atingir o valor do TARGET do Canal Dos Preços de Curto Prazo. Podemos afirmar que cada volta é uma corrida ou um rally.

Se o TARGET de curto prazo for menor do que o de longo prazo, então podemos considerar este último como sendo o nosso segundo objetivo, porém, para que ele seja atingido, as bolinhas vão percorrer o Ciclo da Alpha por mais de uma volta. Em outras palavras, a menos que o preço já esteja muito próximo deste segundo objetivo, será necessário mais de um rally antes de atingirmos o TARGET de Longo Prazo.

6        Registrando os Parâmetros do Negócio

Para finalizar sugerimos que os seguintes parâmetros sejam registrados em uma planilha eletrônica no ato da Compra, para acompanhamento e providências posteriores, inclusive com a Receita Federal:

Nome da empresa;

Código da ação;

Data;

Quantidade adquirida;

Stop na data de Compra;

Preço unitário de Compra;

Resistência de CP na data de compra;

Target de CP na data de compra;

Valor global da compra;

Preço de Venda;

Data de Venda;

Valor de Venda;

Custos operacionais;

Margem do Negócio.