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TNOnline: Bolsas da Europa fecham em alta após dados, balanços e geopolítica
As bolsas europeias encerraram o pregão em alta nesta quarta-feira, 18, impulsionadas pelos mais recentes balanços corporativos do continente e pelos dados de inflação do Reino Unido, em meio a tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio. Em Londres, o FTSE 100 avançou 1,23%. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,16%. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,81%. Em Milão, o FTSE MIB ganhou 1,30%. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,35%. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,76%.
As bolsas europeias encerraram o pregão em alta nesta quarta-feira, 18, impulsionadas pelos mais recentes balanços corporativos do continente e pela divulgação dos dados de inflação do Reino Unido. Investidores também acompanhavam os desenvolvimentos nos mercados globais, em meio a tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,23%, a 10.686,18 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,16%, a 25.287,32 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,81%, a 8.429,03 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,30%, a 46.361,09 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,35%, a 18.197,90 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,76%, a 9.142,99 pontos. As cotações são preliminares.
As bolsas europeias foram impulsionadas pelo salto nas ações de tecnologia, defesa, bancos e empresas ligadas a recursos básicos. O balanço acima das previsões da britânica BAE Systems (3,99%) levou outras empresas do setor a acompanharem a alta.
Também no mercado inglês, a mineradora anglo-suíça Glencore saltou 4,4% depois de superar expectativas para seu Ebitda ajustado anual. O setor mais amplo também foi apoiado por ganhos dos metais.
Na contramão, a Bayer registrou uma queda expressiva de 7,2% em Frankfurt, um dia depois de propor pagar US$ 7,25 bilhões para encerrar processos judiciais contra a sua unidade americana, a Monsanto. Já o Carrefour caiu 5,2% após balanço e anúncio de planos para fortalecer sua presença digital e focar em operações em países-chave.
No Reino Unido, a desaceleração da inflação aumentou as chances de um corte nas taxas de juros pelo Banco da Inglaterra em março, de acordo com analistas do JPMorgan. "O Banco da Inglaterra provavelmente tem espaço para realizar mais alguns cortes de 25 pontos base", afirmam.
Os investidores também absorveram notícia veiculada pelo Financial Times de que a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, poderia renunciar antes do fim de seu mandato.