Mural de noticias da Alpha Fintec
TNOnline: Bolsas da Europa fecham na maioria em queda com techs, incerteza geopolítica e França no radar
As bolsas da Europa fecharam na maioriaem queda nesta terça-feira, 20, enquanto investidores mantêm cautela em relação à tese de inteligência artificial, que pesa nos papéis de tecnologia, e ponderam os desdobramentos geopolíticos no Oriente Médio. O mercado também acompanha as tensões políticas na França. Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,29%. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,05%. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,38%. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,03%. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,37%. Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,67%.
As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em queda nesta terça-feira, 20, enquanto investidores mantêm cautela em relação à tese de inteligência artificial (IA), o que pesa nos papéis de tecnologia, e ponderam os desdobramentos geopolíticos no Oriente Médio. O mercado também acompanha as tensões políticas na França.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,29%, a 10.733,00 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,05%, a 25.306,77 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,38%, a 7.838,49 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,03%, a 49.071,37 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,37%, a 19.110,20 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,67%, a 9.331,24 pontos.
Os papéis ligados à infraestrutura de IA sofreram pressão ao redor do mundo diante dos riscos relacionados aos investimentos no setor, e empurraram as empresas europeias de tecnologia para queda. Em Amsterdã, os papéis da fabricante holandesa de equipamentos para semicondutores ASML Holding e de sua concorrente de menor porte, ASM International, caíram 2,5% e 2%, respectivamente. A BE Semiconductor cedeu 3,2%.
As negociações amplas receberam fôlego pelo alívio nos preços do petróleo, que passou a cair após o jornal israelense N12 citar uma proposta do Paquistão - aprovada pelos EUA e concordada de maneira preliminar pelo Irã - para resolver o conflito entre os países. O setor de energia, no entanto, acompanha a baixa da commodity, com a Shell e a TotalEnergies registrando quedas de 0,7% e 0,5%, na mesma ordem, seguindo as perdas da commodity.
Ainda na esfera da política, a situação francesa continuou dominando o noticiário europeu, após o primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, anunciar novos toques de recolher em áreas onde autoridades consideram necessárias.
"A agitação social certamente não favorece o sentimento em relação aos títulos públicos franceses (OATs)", diz o Commerzbank.
Para a Muzinich & Co, o impasse político e a proximidade das eleições de 2027 dificultam a implementação de medidas corretivas na França, o que pode prolongar a incerteza. Os bancos franceses Société Générale, Crédit Agricole e BNP Paribas ficaram praticamente estáveis.